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Vamos Caminhar propagando a Palavra? No dia 11 de Dezembro escolhe um versículo da Bí blia e deixa no teu mural :
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HOJE VOU FALAR DE TI”= 11 DE DEZEMBRO Divulgar a PALAVRA Celebrarei o Senhor porque ele é bom e a Sua fidelidade é para sempre. Sal. 117:1 Meus queridos amigos (as) companheiros de caminhada “DE MÂOS DADAS NA CAMINHADA” Estamos no Advento, e há uns anos que Jesus pela PALAVRA. e pela HERANÇA que nos deixou nos convida a partilharmos algo em conjunto Gostamos de caminhar juntos (as) Somos de vários cantos de Portugal são talvez doutros Países Mas temos algo em comum ” O Amor de Deus “ E neste Amor que temos ás palavras da PALVRA quero hoje fazer um convite muito especial a todos os meus amigos (as):.   Que seja este ano, com a Diocese de Aveiro EM 11d DE DEZEMBRO 2012 Cada um de vós envia uma frase Bíblica, aquela que durante toda a vida lhe tocou mais o coração ou aquela que nesse dia lhe parecer mais adequada, a um familiar, a um amigo, ou a um blog amigo, ou a um amigo no facebook, ou por mail, ou mesmo de boca a boca não se esqueça de mencio...

SINTESE DUM RAIO DE LUZ

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ABRINDO CAMINHOS Abrindo caminhos em florestas densas Apraz-me a luz que brilha entre as folhagens Dos desertos das almas solenes. Divulgando o som das manhãs ténues E das brisas ligeiras e simbólicas. Ventos soprados em vidas brilhantes e desaparecidas. Síntese dum raio de luz Que inundou o espaço de corpos selados a jamais Aforismo diz tu, na distância do ser-se na desesperança do Ser inevitável E tão ténues, os raios transformam-se em cordas atadas e molhadas com gotas de neve Aferremos os cordões. E as gotas perladas transformam-se em transparentes presenças, dos sinuosos e derradeiros segredos existenciais... Utilia Ferrão
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Aí ... mas de que serve imaginar Regiões onde o sonho é verdadeiro Ou terras para o ser atormentar ? É elevar demais a aspiração, E, falhado esse sonho derradeiro, Encontrar mais vazio o coração. Fernando Pessoa, in Soneto XXXIV APENAS UM ESBOÇO Passos tremidos na ressonância Dum baterem em surdo. E assim, duvidosos gigantes Arrasam léguas de distância. Já não se ouve o rasto dos silêncios. E os barulhos, são gritos abafados Na incerteza dum amanhã. Apenas aquelas notas secas, Voam á frente dos olhos. Baile incerto das folhas tremidas, Danando uma última valsa. No Outono, tom castanho O pintor Sombreia com o pincel do futuro. Rabiscos de angustia E deixa cair as folhas nas páginas do destino. Fixa-as bem no Alto com as mãos, Mas não muda o colorido. Pintar o quadro é difícil Apenas um esboço Utilia Ferrão
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OS MEDOS DOS MEDOS QUE NÃO TEMOS Rasgaram-se as nuvens, Em farrapos, transparência do teu ser E da tua noite, na minha noite Nasceu um novo amanhecer. Voaram rapinas barulhentas E quando a tempestade parou Desapareceram As corujas mais agoirentas. Chegou-se ao topo das Vidas Escalando os raios de sol. Realizaram-se as altas subidas Fios sedosos e brilhantes,  Que o universo nos envia. Tais preciosos diamantes. E cada fio entrançado  Sobre aquela montanha Será para sempre lembrado Aonde os mensageiros da paz Descem sobre a serra Cordas da eterna luzem,  Sobem vapores de incenso, Descem em tempestade de alegria. Começa um novo dia Utilia Ferrão
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Tenho deixado um pouco ao abandono este meu cantinho, confesso que as saudades são tantas que decidi ir buscar o sol...   Deixo-o aqui todo, inteiro,  enquanto o meu sopro se propaga noutras paragens Estaremos sempre debaixo do mesmo, partilharemos os mesmos raios . Com muita saudade da "CAMINHADA". Não, não retiro minhas mãos... Não amigos ainda não desisti de mim e "Ele" também não desistiu. Utilia Ferrão
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