domingo, 29 de maio de 2011

FALEM CONNOSCO NÃO FALEM DE NÓS


O juízo é de Deus (Deut 1,17)


Fazer juízos uns dos outros, é um conceito defeituoso e isso pode levar as pessoas a enganos e até a erros irreversíveis.
Errar, é humano... dizeis vós? Pois é, os humanos erram...Mas modificar certas atitudes seria por vezes um bom caminho para pensar em falar com... em vez de falar de... Vamos começar?
E ao abrir um livro que tenho entre as mãos, chego a uma passagem aonde diz o seguinte: “Nas mais triviais conversas de rua, fazemos julgamentos definitivos das pessoas. Nomeadamente quando estão ausentes. Sem possibilidade de se defenderem.”

Será   a habilidade tanta que até dá para decidirmos no lugar dos outros o que eles são, sem tão pouco os deixarmos ser o que são na verdade, não me falem de Caridade a Caridade nunca tirou a liberdade a ninguém.
E continuando a ler chego a uma frase de Santo Agostinho que diz o seguinte:
“No certo unidade; no incerto liberdade, em tudo Caridade.”

Continuo com esta linha de pensar, e mais abaixo leio: “ Não é preciso que conheçamos as pessoas ou os acontecimentos. Temos palpites sobre tudo. E opiniões sobre todos. Mesmo que não saibamos nada.
Falemos com as pessoas. Mas evitemos, o mais que pudermos, falar das pessoas.”

Dá para reflectir...
E o autor termina com a frase seguinte: “ A Palavra é para todos. Mas o juízo é para Deus.

Só para reflectir um bocadinho...
Utilia

Inspirada no:
DIA A DIA COM DEUS
DE João António Pinheiro Teixeira