segunda-feira, 28 de maio de 2012

A MINHA ESPERANÇA DE POETA

Aí ... mas de que serve imaginar Regiões onde o sonho é verdadeiro Ou terras para o ser atormentar ? É elevar demais a aspiração, E, falhado esse sonho derradeiro, Encontrar mais vazio o coração. Fernando Pessoa, in Soneto XXXIV



E a minha esperança de poeta, alimentada de cristalinas fontes 

Deixa para todos vós, 
o cheiro inebriante do perfume que sorri 
na hora em que a flor medita...


Utilia Ferrão

4 comentários:

O Profeta disse...

Um sótão cheio de lembranças
Escrevi no pó palavras sem nexo
Retirei uma cartola de uma caixa de cartão
E senti ao toque o poder da ilusão

Ilusões…
Um cavalo de pau perdido ao carrocel
Uma estola de um bicho qualquer
Uma escultura talhada a cisel

Uma foto a preto e branco
De uma mulher sem rosto
Uma janela virada para nenhum lado
Uma traquitana a imitar o sol-posto

Terno abraço

O Profeta disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ailime disse...

Olá amiga Utília,
Linda esta reflexão poética.
Grata por este perfume que deixa e que marca de forma bem evidente a sua divina inspiração.
Fico a aguardar.
Beijinhos e muito obrigada pela sua visita.
Ailime

Orvalho do Céu disse...

Olá, querida Utília
Preciso lhe enviar um e-mail,c omo faço???
Ser poeta é aventurar-se rumo ao coração...
Seja abençoada e feliz!!!
Bjs de paz