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João 9, 1-4 “ Só sei uma coisa: que eu era cego e agora vejo”.

PREPARAÇÃO PARA A QUARESMA Há dias desalojados do Tempo “TER” Despejados da liberdade de pensar, do estar e do ser . Mas tudo pode mudar. E são esses dias que por vezes nos encontram numa desgastante incógnita de nós mesmos, mas somos todos “SERES HUMANOS... E eu que acredito e quero continuar a creditar que sou um ser humano e que tenho direitos e também deveres. Como água que corre desgastando calhaus e tornando-os cada vez mais rolados assim é a Vida, percurso que poderia ser mais que uma caminhada banalizada. Eu acredito A água viva que corre, e vai moldando estas nossas consciências que são verdadeiros calhaus, leva-nos a lamentar o resultado das águas desviadas, dos caminhos enganosos, dos tropeços e dos erros que se repetem sem cessar e sem ninguém abrir os olhos. Caminhamos todos empurrados por ilusões esperam colher o quê? É Primavera, vamos semear, outras sementes, plantar outras árvores, arrancar as que estão enraizadas e já sem seiva e nunca deram...

PASSOS ENTRE A INÉRCIA E A ACÇÃO

Aí ... mas de que serve imaginar Regiões onde o sonho é verdadeiro Ou terras para o ser atormentar ? É elevar demais a aspiração, E, falhado esse sonho derradeiro, Encontrar mais vazio o coração. Fernando Pessoa, in Soneto XXXIV Passos entre a inércia e a acção Levam a gente á reflexão... Por vezes, saímos ao encontro daquilo que vemos e sentimos. E deparamos com banalidades, Ilusões e futilidades. Seriam mesmo essas ninharias, que parariam o nosso caminhar... Tudo ficaria sem voz Se... “O é óbvio” ” Não fosse ilusão...” “È caminho?” “ É opinião.” Se não fossem certezas. E...O sentimento não mente, amigo (a ) Se os sinos da torre, não tinissem as horas marcantes de cada dia Se os gonzos da carruagem não soassem mais fortes e mais profundos Sobre o peso das consciências e das identidades? Tudo ficaria sem voz. Apalpam-se sim, as incertezas, num mundo desequilibrado. Lutar contra a maré? A barca fica-se, entre as rochas da amargura. R...

O SELINHO VENHAM

CONTINUAÇÃoO No seguimento do que escrevi anteriormente, aqui estão os blogs que escolhi Obrigada pela compreensão. Amigas sois convidadas a levar convosco "o  selinho " atrás, colocado na página antes as regras já foram editadas. Os blogs são os seguintes. teresa desabafos  http://teresa-desabafos.blogspot.com Amor De Deus   http://caritasdei.blogspot.com/ Nova civilização  http://giselepontes.blogspot.com/ Degrau De  Silêncio  http://degraudesilencio.blogspot.com/ Janela de Aguarela  http://janeladaaguarela.blogspot.com/ Obrigadinha sim? e compreendam que gostaria imenso  de colocar todos os amigos aqui mesmo de mãos dadas comigo. Mas há regras sabem?e nem sequer se pode ser excepção prontos desculpem sim?  Utilia Ferrão
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A amiga Felipa do Blog "Cristo Sempre" ofereceu-me este selinho Obrigada amiga O Liebster Blog é um prêmio dado aos blogueiros u-and-coming, com menos de 200 seguidores. Liebster, em alemão, significa favorito,querido, amado. Desta forma,receber este selo significa que o seu blog é muito querido pelo blogueiro que lhe presenteou.   – Devo deixar um comentário no bBog que me ofereceu o selo e nomear  5 outros com menos de 200 seguidores. Completarei esta última fase mais tarde sim? Tenho que ser justa: Obrigada Utilia Ferrão

VEM DANÇAR A VIDA

VEM DANÇAR A VIDA Um sonho que se desfez em farrapos de neve Seja agora todo branco. “Luto”? Sim luto... Apanhai-o por favor, ainda é época de colheita. Quero colocar as estrelas num cestinho dourado È um desejo de criança. Uma insistência de mulher fada Um encanto da Luz. Vamos dançar? Sem saber, atravessou-se o tempo. Caiu na real idade dum crer próprio Abriu as portas ao querer... Caminhar e olhar o firmamento. È um privilégio, uma dádiva Que Maravilha amigo (a) Vamos passear? Anda comigo, vamos? Chegou a hora. Dança á luz da lua naquele bocadinho de nuvem Estende os braços é a ultima valsa amigo (a). Com aquele olhar penetrante colhe O sentimento do “Homem espelhado” nos gestos. Mostra o que no íntimo vais sentindo. Sente comigo Apalpa-se sim, mesmo se o frio gela. Partilha: Paz, Alegria, Amor. E os passos, a pegada e o caminho pisado? Dança comigo esta última valsa, ela é nossa. Pego nas tempestades...

PEGAI NA BORRACHA DO TEMPO E APAGAI

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Aí ... mas de que serve imaginar Regiões onde o sonho é verdadeiro Ou terras para o ser atormentar ? É elevar demais a aspiração, E, falhado esse sonho derradeiro, Encontrar mais vazio o coração. Fernando Pessoa, in Soneto XXXIV Mesmo quando tudo parece virtual Até quando o bem parece mal A vida continua… Enquanto o vento arrasta a lida Apenas oiço o sopro da Vida Valsa cada vez mais veloz… A vida continua… Grampa a existência na senda olvidar E deixa para além o cogitar Já o caminhar se torna fútil.   Eu sei a vida continua … Escrevi este poema já nem sei quando, lembras-Te Mary? “Quem passa pela cruz vai descobrir o que existe além da cruz.” E, eu sei também que só quem vai á luta tem a possibilidade de saborear a vitória. Por favor, deixai-me falar, depois apaguem o que escrevi, apenas desabafei. Pegai na borracha do tempo e fazei o que tendes de fazer, mas ficai cientes ninguém apaga mentes...elas continuam a pensar Não sei...
SIM QUERO. Na soma da totalidade dos nadas, super fulos, assombrados pela ilusão do que satisfaz temporariamente, quero o Eterno Imutável, a Segurança da Paz Interior que segura sempre os pilares das construções duradoiras. Vagueio por momentos nos recantos da existência, algures esquecida Rica de tudo, e cheia de sabores do tempo, cheiros sazonais. Primaveras floridas, Verões escaldantes, Invernos á lareira e os Outonos da colheita. Rios de “Água Viva” aonde foram dar os riachos das minhas lágrimas. Por momentos numa saída inesperada  Pego no verde esperança que Te rodeia Cortá-lo aos bocados seria um crime. Fica com ele apalpa-o mais uma vez Hoje por este caminho mais intimo tropeço em Ti   Sinto-Te, dentro de mim numa corrente sem voz. Palmilho o fugaz mundo que me rodeia, olhos fechados. Reconheço palmo a palmo a viela que me apontas Também tem feridas, estas do mundo mudo e surdo Remoinhos de tempestades, em certas vidas ...